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Postado por Marcos Borkowski segunda-feira, 3 de agosto de 2009 às 05:06 1 Comment

OPERÁRIO FERROVIÁRIO ESPORTE CLUBE

FUNDAÇÃO: ...1º DE MAIO DE 1912

Operários da Americam S. Engineering Co., companhia ferroviária encarregada de construir a linha férrea que ligaria São Paulo - Paraná - Rio Grande do Sul, organizaram uma equipe onde funcionava o escritório desta empresa. Charles Wright, apaixonado pelo esporte que já tinha praticado na Inglaterra, trouxe de lá vários materiais esportivos como chuteiras, caneleiras, joelheiras, meias e uma bola. Vários pontagrossenses fizeram parte da primeira equipe e entre eles Flávio Carvalho Guimarães, atacante este que foi o responsável pelo primeiro gol do futebol paranaense contra o Ginástico Turneverein de Curitiba, em 23 de outubro de 1909. O Ponta Grossa Sport Clube venceu por 1 a 0, gol de Flávio Carvalho Guimarães no jogo realizado no Jockei Clube Pontagrossense.
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Conforme dados do Estatuto do clube, em 1º de maio de 1912, estes mesmos operários da ferrovia encarregaram-se da fundação do Foot Ball Clube Operário Pontagrossense. Da primeira diretoria constavam os nomes de: Raul Lara (presidente), Oscar Wanke (vice-presidente), Antonio Joaquim Dantas (1º secretário), João Gotardello (2º secretário), Joaquim Eleutério (1º tesoureiro), Álvaro Eleutério (2º tesoureiro), Victorio Maggi (1º Capitão), Oscar Marques (2º Capitão) e João Simonetti (fiscal de campo).

O nome do seu Estádio é Germano Krüger pelo fato deste senhor ser um dos chefes na Rede Ferroviária na época. Este atuou para que a Rede cedesse o terreno pertencente a ela, como também liberava os funcionários ao final do expediente para que estes auxiliassem nos trabalhos da construção.

Se por um lado os operários da ferrovia fundaram o Operário, os comerciantes, comerciários e a elite da cidade decidiram fundar o Guarani Sport Clube, em 1913. Ainda nos dias atuais, para muitos é impossível falar em Operário Ferroviário sem citar o Guarani, saudosos da rivalidade nos clássicos que receberam o nome de "OPEGUA". As duas equipes se enfrentaram pela primeira vez em 22 de novembro de 1914, quando o Operário venceu o rival pelo placar de 1 a 0. Neste ano, o Operário tido como um time empolgante, passou com facilidade por todos os demais clubes pontagrossenses e foi aclamado campeão em seu estádio com as arquibancadas lotadas e o goleiro Adolfo Piva foi homenageado recebendo das mãos do presidente do clube João Fernandes de Castro, uma medalha como verdadeiro craque da bola. Esta equipe foi formada por: Adolfo Piva, Antônio Moro, Azevedo, Jacequay, Henrique Piva, João Simonetti, Souza, Ewaldo Meister, Alexandre Bach, Frigo, Oscar Serra, José Frehse, Recotoffre, Pivinha e Gotardello.

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Disputando o campeonato pela segunda divisão da Associação Paranaense de Sports Athléticos em 1916, o Operário conquistou o título jogando contra as seguintes equipes: Guarani, Torino, Humaitá, Puritano, Água Verde, Savóia e Operário de Curitiba. Em 1917, os curitibanos começaram a chamar o Operário de "Fantasma" porque não dava folga para os clubes da capital e neste ano foi considerado a melhor equipe do futebol paranaense. Em 2 de maio de 1918, fundou-se a Liga Sportiva Pontagrossense. O troféu do campeonato desse ano, Taça Dr. Glasser, foi oferecido por Abraham Glasser, Prefeito Municipal. O Operário conquistou o primeiro título da Liga jogando com Tuffy Nejen, Alexandre Bach, Nandico, Henrique Piva, Lima, José Frehse, Azevedo, Ewaldo Meister, Tito Piva, Paulistinha e Ludovico Brandalise. Tornou-se bi-campeão desta mesma taça em 1920. Entre algumas curiosidades do mundo esportivo, uma merece destaque:

"Comentam-se no mundo esportivo as façanhas dos goleadores que enchem a rede dos adversários em um único jogo. Em uma só partida, Edson Arantes do Nascimento (Pelé), o atleta do século, marcou sete gols. Braz, do São Cristóvão do Rio de Janeiro, balançou nove vezes a rede do Mangueira em 1920. Sete gols foram marcados por Drake do Arsenal da Inglaterra e Araken do Santos, também marcou sete vezes contra o Ipiranga de São Paulo. Entre tantos goleadores, José Ernesto, muitas vezes campeão pelo Operário e pelo Coritiba, marcou 10 gols em 1929, pelo Operário em um jogo contra o Olinda de Ponta Grossa, na vitória de 13 a 3".
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1923 - Vice-Campeão Paranaense
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Em pé: Leopoldo Pinto Rosas, Arnoldo Meister, Alvino Meister, Nico Ramalho, Samuel Del Claro, Nhoca, Ercílio Giraud e Domingos Pitella; No meio: Karamadt, Chicharrão, Elísio, Constante Raicoski e João Costa; Sentados: João Cândido. Bijou e Henrique Piva.

1924 - Vice-Campeão Paranaense

Nessa temporada, o Operário derrotou todos os seus adversários e conquistou o Campeonato Pontagrossense de 1923. Passou por União Campo Alegre, Caramuru, Irati e Teixeira-Soarense, sagrando-se campeão da liga regional do interior, chamada de Liga Paranaense de Desportos. Em partida marcada pela Associação Paranaense, o campeão do interior jogou com o Britânia, campeão curitibano, em 28 de setembro de 1924, quando perdeu por 6 x 3. Na foto a equipe do Operário de 1923: em pé estão, Leopoldo Pinto Rosas, Arnoldo Meister, Alvino Meister, Nico Ramalho, Samuel del Claro, Nhoca, Ercílio Giraud e Domingos Pitella. Ao centro: Kamaradt, Chicharrão, Elísio, Constante Raicoski e João Costa. Sentados: João Cândido, Bijou e Henrique Piva.


1925 - Vice-Campeão Paranaense

Ratificando a sua supremacia no futebol pontagrossense, o Operário conquistou o título de 1925. Assim, seguia disputando o título paranaense com os clubes da Capital. Pelo título de 1925, jogou com o Atlético Paranaense em 26 de junho de 1926, perdendo pelo placar de 6 X 1.


*1926 - Vice-Campeão Paranaense

Disputou novamente o título paranaense contra o Palestra Itália da Capital, empatando em dois gols. O placar determinou um novo jogo marcado para Ponta Grossa, mas o encontro não aconteceu em razão dos inúmeros "compromissos" do Palestra. Assim o Palestra, apenas por ser da Capital, foi declarado campeão da temporada.


É impressionante a falta de escrúpulos dos dirigentes da Federação Paranaense e dos clubes da Capital, como também o são as corriqueiras prosternações dos dirigentes do futebol do interior do Estado. Neste caso, está mais do que caracterizado tratar-se de um caso de W.O.. Isto só pode nos levar a imaginar que se não fosse este “coronelismo futebolístico” de épocas anteriores, muitos outros títulos atribuídos aos clubes da Capital, caso fossem reanalisados de forma imparcial e honesta, deveriam ser devolvidos a clubes do interior do Estado. Mas será que nestes tempos atuais as atitudes mudaram ? Fica aqui esta indagação para você leitor para sua própria análise e reflexão. Tão irônico quanto este ocorrido é que nunca houve contestação por parte de qualquer dirigente do clube. Se um título não é interessante financeiramente para os que o dirigem, poderiam considerar uma única vez que fosse, que o é para os verdadeiros interessados, os torcedores do Operário Ferroviário. Alguns preferem desviar as atenções para o assunto dizendo que tal fato já “caducou judicialmente", porém é bom lembrar que há pouquíssimo tempo clubes grandes do futebol brasileiro lutaram na justiça pelo reconhecimento de títulos de décadas passadas, o que abre precedentes. Seria demais esperar atitudes semelhantes vindas dos dirigentes daqui ?

Postado por Marcos Borkowski às 01:18 0 Comments

1929 - Vice-Campeão Paranaense
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Disputou o título do campeonato paranaense em Curitiba, no dia 4 de fevereiro de 1930, contra o Atlético Paranaense, em uma só partida onde perdeu pelo placar de 3 X 1. O time contava com: Joaquim, Tavico, Scorsato, Chicharrão, Gabriel, Zé Macaco, Nico Ramalho, Ernesto, Nhoca, Berlindes e Chico Santi.

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193o - Vice-Campeão Paranaense

Tri-Campeão pontagrossense, o Operário continuava sua trajetória de melhor da cidade e do interior. Em 9 de fevereiro de 1930, perdeu para o Atlético Paranaense por 3 X 0, na disputa pelo Campeonato Paranaense. Na foto a equipe de 1931. Em pé: Candido, Amazonas, Manteiga, Joaquim Martin, Nhoca, Nico Ramalho e Durval. Ajoelhados: Zé Macaco, Dario, Gabriel e Pedro Barrigudo.

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1932 - Vice-Campeão Paranaense

Este foi o quarto campeonato oficial do Estado. Na final contra o Palestra Itália, o Operário foi arrasado em Curitiba pelo placar de 9 X 2. A equipe era formada por; Em pé: Gabardo, Granemann, Gusmann, Lagarto, Candinho, Tarquinio Stumbo, Gabriel, Manteiga, Abilhôa, Eugênio, Amazonas e Cilo. Ajoelhados: Jorge Dihl, Ernesto, Bichinho, Aleixo, Dario, Cindo e Maneco. Deitados: Blanski e Stezza.

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1934 - Vice-Campeão Paranaense

Novamente disputando o campeonato paranaense contra o Rubro-Negro da Capital, perdeu em Curitiba pelo placar de 1 X 0. No jogo de volta em Ponta Grossa, perdeu pelo placar de 2 X 1.

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1936 - Vice-Campeão Paranaense

Mais uma vez como campeão do interior, disputou em uma melhor de três partidas o título paranaense. Em 11 de abril, perdeu para o Atlético Paranaense por 1 X 0. As demais partidas não ocorreram pela desistência do Operário. Na foto, em pé: Tarquinio Stimbo (Técnico), Costa, Gigi, Tavico, Zé Macaco, Cid, Rafael, Quito, Jorge, Chicharrão, Plínio, Riva, Padre e Ataíde Santos (Juiz). Ajoelhados: Aleixo, Manteiga, Dario, Mosquito, Cuk e Carrica.

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1937 - Vice-Campeão Paranaense

Pela decisão do estadual, o alvinegro enfrentou o Ferroviário de Curitiba. Em Ponta Grossa, no dia 10 de abril de 1938, perdeu por 3 X 2. No jogo de volta em Curitiba, perdeu novamente pelo placar de 5 X 2. Na foto, em pé: Osvaldo, Dario, Aleixo, Quito, Tarquinio Stumbo (Técnico), Manteiga, Jaguariaíva e Riva. Agachados: Paraílio, Vitório, Viana, Mosquito e Candinho.
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1938 - Vice-Campeão Paranaense

A nona edição do Campeonato Paranaense foi novamente decidida pelo Operário e pelo Ferroviário. O Operário perdeu a partida em Ponta Grossa pelo placar de 3 X 1, e no jogo de volta perdeu novamente pelo placar de 9 X 2.

Postado por Marcos Borkowski às 00:59 0 Comments

1940 - Vice-Campeão Paranaense
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Disputou o título com o Atlético Paranaense em 16 de março de 1941, quando perdeu pelo placar de 4 X 0. Na foto, em pé: Malabrega, Gigi, Tio Chico, Gotardelo, Flávio, Amazonas e Candinho. Sentados: Orestes Galinho, Manteiga, Quito, Tarquinho Stumbo (Técnico), Ales, Dario e Floriano.

1958 - Vice-Campeão Paranaense
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Neste ano, foi campeão invicto do primeiro turno, mas perdeu o campeonato para o Neste ano, foi campeão invicto do primeiro turno, mas perdeu o campeonato para o Atlético Paranaense. Na foto, em pé: Martines (Técnico), Anoninho, Lelo, Candinho, Arnaldo Menezes, Jango Cosmoski e Abelardo. Abaixados: Alex, Roberto, Hélio Dias, Odácio e Otavinho.
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Na foto acima, o centro-avante Miguel de 1959 com um dos mascotes da equipe.

Postado por Marcos Borkowski domingo, 2 de agosto de 2009 às 23:34 0 Comments

1961
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Em pé: Macedo (massagista), Ribamar, Roberto, Daniel Chibinski, Laércio, Arlindo e Hélio Silvestre; abaixados: Jairo, Fiuza, Silvio Cosmoski, Leocádio e Otavinho.
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Com um grande número de participantes, o Campeonato Paranaense de 1961 se dividiu em Zona Norte, Zona Centro-Oeste e Zona Sul. O Comercial de Cornélio Procópio venceu a Zona Norte e o Jacarezinho a Zona Centro-Oeste. Operário e Coritiba chegaram a final da chave com o mesmo número de pontos. Em 26 de novembro o Operário venceu por 2 X 0. No segundo jogo, em Ponta Grossa, empataram por 1 X 1. No terceiro jogo, na Capital, o Coritiba venceu por 3 X 0. O quarto jogo ocorreu na Capital em 17 de dezembro. No tempo regulamentar a partida terminou empatada em 1 X 1, com o gol do Coritiba sendo marcado aos 45 minutos do segundo tempo. Ocorreu então a prorrogação, onde terminaram empatados sem gols e o Coritiba foi proclamado campeão da chave por saldo de gols.

Iniciou-se então o famoso caso “Agapito”, pois o Operário inconformado pela perda do título, entrou na justiça desportiva defendendo que o Coritiba havia entrado em campo com um jogador inscrito irregularmente. Oito meses mais tarde, o Supremo Tribunal de Justiça Desportiva, no Rio de Janeiro, reconheceu o Operário Ferroviário com campeão da chave.

Em jogos de ida e volta entra a Desportiva de Jacarezinho, o Comercial e o Operário iniciaram a disputa pelo título. Ao final, o Comercial somou um ponto a mais que o Operário e sagrou –se Campeão Paranaense de 1961. O Operário ficou com o título de campeão moral desta temporada.


Mais uma vez um clube da Capital, retirou a possibilidade de um título estadual para o futebol da nossa cidade, mesmo tendo sido provado que havia ocorrido uma atitude antidesportiva da sua parte ao colocar um jogador irregular em campo. O time estava articulado, vinha embalado na campanha e teve de esperar oito meses por uma decisão, passando por todo um processo de desarticulação. Muito honroso este título de campeão moral, sem dúvida, mas não consta para efeito de conquistas de títulos, como também causa uma certa frustração retirando a possibilidade de evidência e de ascensão no mundo esportivo. Uma atitude muito mais honrosa e honesta seria a Federação Paranaense atribuir a conquista do campeonato aos dois clubes. Mas esperar o que de quem sempre defendeu primeiramente aos interesses dos clubes da Capital, que é bom que se diga, não ganharam no campo de futebol, não ganharam na justiça e não é de se duvidar que agiram por outros meios para se tirar este título do Operário Ferroviário.

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1969

Em Pé: Roberto, Nilo Gomes, Mourão, Jamil, Nilson e Ferrinho; abaixados: Nilson Peres, Padreco, Sabino, Reinaldo e Gauchinho.
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Na decisão da primeirona de 1969, contra o Comercial de Cascavel, campeão da série B, O Operário Ferroviário garantiu a vaga na primeira divisão do Campeonato Paranaense. No primeiro jogo, em Cascavel, em 29 de junho, o Comercial venceu o alvinegro por 4 X 2. Com gol de Padreco, o Operário venceu o segundo jogo no Germano Krüger, em 6 de julho. Em 27 de julho, no Estádio Dorival de Brito e Silva em Curitiba, o alvinegro garantiu a vaga vencendo por 2 X 0, com gols de Camaloski e Padreco. Paulo Alves foi o técnico da conquista da Primeirona de 1969.

A euforia tomou conta da cidade e o “trêm fantasma” desfilou pelas ruas de Curitiba. Saindo de Curitiba, chegou em Ponta Grossa na Avenida Vicente Machado aonde uma multidão aguardava a chegada dos campeões. Bandeiras enormes demonstravam o entusiasmo da torcida e a comemoração invadiu a madrugada.
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Reportagem da RPC com Luiz Carlos Camaloski

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Postado por Marcos Borkowski às 22:39 0 Comments

ANOS 70/80 E 90




Aficionados do futebol pontagrossense reuniram-se em 27 de novembro de 1970 para regularizar assuntos referentes à Associação Ponta-Grossense de Desportos. Esta seria uma terceira equipe de Ponta Grossa no Campeonato Paranaense, ao lado do Operário e do Guarani. Contou com o apoio do Operário que cedeu-lhe a vaga até 1973, como também com o do Guarani que licenciou-se da Federação Paranaense. Decidiu-se também que a Ponta-Grossense mandaria seus jogos no Estádio do Operário.

Em 1973, houve uma ameaça de desfiliação do Operário e do Guarani junto a Federação caso não participassem do campeonato e assim com a extinção da Ponta-Grossense o Operário reorganizou seu departamento profissional para disputar o campeonato de 1974.

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Equipe de 1975


Renato, Jair, Luisinho, Rubens Henrique, Gracindo e Marinho; Néo, Djair, Edegar, Riva e Denir.


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Equipe de 1977

Jair, Serginho, Manoel, Gracindo, João Carlos e Carlos Alberto; massagista, Gildo, Adir, Tião, André e Deonir.
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Em 1979, o Operário é convidado pela , a participar do Campeonato Nacional. Para tanto, teria de disputar o “Torneio da Morte” pela sexta vaga paranaense contra as equipes de Apucarana, Guarapuava, Palmeiras de Pato Branco, 9 de Julho, Agroceres, Umuarama, Rio Branco e Iguaçu. Sagrou-se campeão do torneiro e garantiu a vaga.



Equipe de 1979 - Copa do Brasil


Renatão, Mineiro, Osni, Miranda, Milton e Luis Carlos; Paulo Borges, Dagoberto, Silva, Raul Santos e Doquinha.

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Equipe de 1979 - Taça de Prata

Em pé: Índio (massagista), Paulo Leão (Técnico), Éverton, Chicão, Paulinho, Dagoberto, Osni, Mará, Gracindo, Fio, Líder, Binha, Mineiro, Pompéia, Paquito e Abílio; Agachados: Sérgio Davi, Paulo Borges, Marcelus, Luís Fernando, Renato, Doca, Jorge Armando, Raul Santos, André, Milton e Mauro Vital.

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Em 1980, o Operário participou do Campeonato Nacional, Taça de Prata. Foi Campeão do “Torneio da Amizade” promovido pela Federação Paranaense em 1980. Também participaram da competição as equipes do Pato Branco, Toledo, Cascavel, Umuarama e Atlético Paranaense.



Equipe de 1981

Ogeda, Zé Luiz, André, Wilson Zanon, Ladel,e Vilmar; Toió, Werner, Adilson, Danilo e Roberto Carioca.

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Em 20 de junho 1989, a Confederação Brasileira de Futebol - CBF, comunica a Federação Pananaense da inclusão do Operário Ferroviário no Campeonato Nacional.
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Equipe de 1989

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Em 1990, termina o Campeonato Paranaense em quarto lugar, conquistado a vaga na série B do Campeonato Nacional. Iniciou o torneio em casa empatando em um gol com a Catuense (BA). Em seguida, empatou com o Central, em Alagoinha (PE). No Rio de Janeiro, perdeu para o Americano por 1 X 0. Venceu em casa o Juventus (SP) pelo placar de 3 X 0, venceu o Itaperuna (RJ) por 3 X 1, perdeu para o Juventus (SP) em São Paulo por 2 X 0 e empatou com o Itaperuna em um gol. Em casa, venceu o Central (PE) por 2 x 0 e goleou o Americano (RJ) por 5 X 1. A última partida da primeira fase foi na Bahia contra a Catuense onde empatou em um gol classificando-se para a segunda fase do campeonato.

O Operário venceu fora de casa o Itaperuna por 1 X 0. Venceu em casa o Clube do Remo do Pará por 1 X 0. Em casa venceu o Sport Recife por 2 X 1. Nos jogos de volta, perdeu para o Remo por 3 X 1, empatou em Pernambuco com o Sport por em 1 X 1 e empatou com o Itaperuna, classificando-se para a semi-final do campeonato.

Venceu o primeiro jogo em casa contra a Catuense por 1 X 0, empatou em casa contra o Criciúma por 0 X 0 e empatou em Curitiba com o Atlético Paranaense por 0 X 0. Porém, tropeçou nos três jogos de volta, perdendo para o Criciúma por 5 X 1, para a Catuense por 3 X 1 e para o Atlético Paranaense em casa por 2 X 1, dando adeus a competição.

Entre as mais fortes equipes do Campeonato Paranaense, participou em 1991 do Campeonato Brasileiro da série B. Avançou até a segunda fase, mas foi novamente desclassificado.

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Equipe de 1990

João Carlos Strickert (prep. físico), Catani, Fernando, Ricardo, Joceli, Dinei e Flávio; Cambé, Liminha, Oliveira, Dico e Celso Reis.



Em 1991, o Operário Ferroviário termina o Campeonato Paranaense em terceiro lugar classificando para a série B do Brasileiro de 1992. O Fantasma de Vila Oficinas terminou a primeira fase em primeiro lugar, classificando para a segunda e garantindo a vaga para o Brasileiro de 1993. Novamente não repete uma boa atuação na segunda fase e é desclassificado do campeonato de 1992.

Líder por nove rodadas do Campeonato Paranaense de 1992, terminou em quarto lugar. Em 1993 tem uma campanha das piores e cai para a segunda divisão do Campeonato Paranaense e em 1994 abandona os campos de futebol.



Equipe de 1992




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Postado por Marcos Borkowski às 22:34 0 Comments

MOMENTO ATUAL



Como vemos, até este momento da história alvinegra, o Operário Ferroviário já era reconhecidamente uma das grandes equipes do futebol nacional e poderia ter tido a chance de galgar degraus ainda mais elevados. Não sabemos o que foi feito com a vaga para o Campeonato Nacional de 1993 e do porque da dívida junto ao INSS que causou o afastamento do Operário Ferroviário pelo período de 10 anos.
.Assim, como este amor pelo OPERÁRIO FERROVIÁRIO ESPORTE CLUBE – OFEC é imenso, reconhecido até mesmo pelos outros clubes e por seus torcedores, após dez anos, mais precisamente em 21 de maio de 2005, o Presidente Silvio Cosmoski Jr., juntamente com o Presidente do Conselho Deliberativo Silvio Gubert, anunciaram que as dívidas junto ao INSS haviam sido quitadas e que o FANTASMA DA VILA OFICINAS voltaria a assombrar nos gramados do futebol.

.Abriram-se novamente os portões do Estádio Germano Krüger. Adentram os torcedores ALVINEGROS. As batalhas futebolísticas estão de volta. O sorriso no rosto do TORCEDOR ALVINEGRO também voltou. Faça chuva ou sol, faça frio ou calor, tanto faz, "o OPERÁRIO é a nossa vida, é o nosso amor", como bem fala a música. Agora é a nossa vez de contribuir e dar continuidade a esta história de glórias. Seremos lembrados pelo nosso apoio neste momento de reconstrução e recondução. O FANTASMA DA VILA OFICINAS está novamente em campo e isto sim, é o que importa !!!



Rumo à Primeira Divisão

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A FESTA MERECIDA DESTA TORCIDA MARAVILHOSA

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Segundona Enterrada


Aconteceu neste domingo, as 15:15 h, no Estádio Germano Krüger, em Vila Oficinas, o sepultamento da terrível Segunda Divisão. O funeral foi acompanhado por mais de 8 mil operários e, ao contrário do que acontece quando alguém morre, com muita choradeira e lamentações, o enterro foi bastante comemorado. Para a alegria da apaixonada e sofrida torcida do Operário, o time retorna à divisão de elite 15 anos depois. A missa de sétimo dia da Segundona, acontece no Estádio Bom Jesus da Lapa, em Apucarana, no próximo sábado, à noite. Todo operariano está convidado a participar. Salve Operário. Que sua vida seja próspera entre os grandes !!! E aqueles que o enterraram, no passado, que estejam vivos para acompanhar a sua glória.
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HOMENAGEM - JOGO ABERTO PR




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HOMENAGEM DO SITE FUTEBOL PARANAENSE


.Homenagem à José Cação Ribeiro Jr., historiador do futebol pontagrossossense.
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OPERÁRIO FERROVIÁRIO ESPORTE CLUBE
"Escudo original do Clube"
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*** Este Blog não possui qualquer propósito financeiro ou promocional da parte dos seus editores. Destina-se unicamente ao entretenimento e a divulgar a história do Operário Ferroviário Esporte Clube.

Fonte: Livro "Futebol Ponta-Grossense – Recortes da História" - 2004


Edição:

Marcos Borkowski
Elisete Xavier Nogueira da Silva